Pode completar?

FONTE: Sindicom

Quem não conhece a nossa fama de resolver tudo com um “jeitinho brasileiro”? Agora, já parou pra pensar o quanto essa fama vira verdade absoluta cada vez que ouvimos a famosa pergunta “Pode completar?”, seguida da resposta: “Completa, por favor.” Não há quem dirija que nunca tenha ouvido ou estabelecido esse diálogo entre motoristas e frentistas ou mecânicos de automóveis quando o assunto é troca de óleo lubrificante. Isso porque parece mais econômico, claro, só usar o suficiente para atingir o nível de óleo recomendado. Esse mau hábito pode causar borras e danos sérios ao motor, já que ao misturar o óleo novo e limpo, ao óleo velho, que já está no cárter e cheio de impurezas, ele se contamina. É preciso trocar todo o lubrificante quando a quilometragem-limite, definida no manual, já indica que está no prazo. Outra recomendação é a de se trocar, juntamente, o filtro de óleo.

Mas, se ao verificar o nível, perceber que está baixo, complete então com um óleo que obedeça a mesma especificação daquele que já está no cárter, preferencialmente o mesmo usado na troca, para evitar problemas de compatibilidade entre diferentes tecnologias.

Tem outra coisa: a data e a quilometragem que deverá contar como última troca é a da colocação da primeira carga. Independente da quantidade que você colocou da última vez.

Portanto, complete o nível do óleo com o mesmo óleo, mas não deixe de trocar tudo quando for a hora.

Sempre consulte o manual do seu veículo antes de trocar ou completar o nível do lubrificante.

Essa informação foi útil para você?

Por que essa informação, não foi útil para você?

Obrigado pela sua participação!

compartilhe essa informação: