Uso de aditivos na hora de trocar o óleo lubrificante

Para combater o acúmulo de sujeira no interior do bloco, o uso de aditivos no óleo lubrificante é uma boa pedida? Está aí um assunto complexo, polêmico, e a solução para a questão, no final das contas, deve ficar por conta do usuário. Mas, por falta de informação, muitos acabam tomando atitudes equivocadas…

Por exemplo, talvez você já saiba que, no caso de veículos novos, não é necessário utilizar aditivos, pois os carros saem de fábrica com o lubrificante correto, grau de viscosidade e classificação API. Também vale dizer que os óleos lubrificantes de qualidade reconhecida possuem uma carga de aditivos balanceada e calculada para durar por toda a vida útil do produto. Se oferecidos separadamente, os aditivos podem desestabilizar o óleo e comprometer sua qualidade e durabilidade.

Mas e se o carro não é novo? A resposta é simples e remete ao início deste texto: a utilização de aditivos complementares fica a critério do usuário, uma vez que não há indicação, nem recomendação e nem conhecimento da consequência do uso deles.

De qualquer forma, é importante lembrar que, observando alguma irregularidade no desempenho do veículo, tais como alto consumo de lubrificante ou ruídos no motor, o melhor é levá-lo o quanto antes ao mecânico, em vez de lançar mão de aditivos. A manutenção regular e a troca de óleo e filtro nos períodos recomendados é que são a garantia de bom funcionamento e conservação do motor. O uso de aditivos complementares, além de não ser recomendado, é um gasto desnecessário.

Continue atento às dicas que você encontra aqui, no nosso site.

Afinal, carro é coisa – mas é coisa séria.

Essa informação foi útil para você?

Por que essa informação, não foi útil para você?

Obrigado pela sua participação!

compartilhe essa informação: