Muito se fala em lubrificantes para automóveis, mas os lubrificantes também são essenciais no mercado marítimo, foi que apontou Livio Rodrigues, gerente nacional de contas estratégicas da Vibra, durante painel na ROG.e 2026. O bate-papo teve mediação de Marco Almeida, consultor em tecnologia e serviços técnicos de lubrificantes do site Óleo Certo.

“O Brasil está deixando de ser coadjuvante e passando a ser protagonista quando junta pré-sal, cabotagem e biocombustível na mesma costa. O mercado de lubrificantes marítimos é muito promissor e cresce cada vez mais”, ressaltou.

De acordo com Rodrigues, os óleos lubrificantes marítimos têm características diferentes dos óleos automotivos. Embarcações operam com altos níveis de umidade, o que aumenta muito o risco de corrosão e oxidação interna do motor. Além disso, é necessário também um pacote de aditivos anticorrosivos e antiferrugem para neutralizar os efeitos da umidade e da salinidade, além de suportarem temperaturas de funcionamento que podem ser diferentes das automotivas.

“Um lubrificante marítimo de baixa qualidade pode atrapalhar não só a operação do navio, mas outras operações em escala”, completou o especialista.